(C) National Geographic
quarta-feira, agosto 10, 2005
Profissões
Quando a nossa corre mal, tudo parece desmoronar ao nosso redor, o stress não nos deixa dormir, ... é sempre bom lembrar que há outras bem piores!

(C) National Geographic
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Relato do espaço
Steve Robinson: First Podcaster From Space
Dá vontade de lá estar...
(Copyrights: Ouvi-o de JTF e cheguei através do blog Outro Eu.)
Dá vontade de lá estar...
(Copyrights: Ouvi-o de JTF e cheguei através do blog Outro Eu.)
terça-feira, agosto 09, 2005
SW Alentejano
E as praias meio perdidas do seu litoral, no final da tarde, são um verdadeiro elixir da juventude ... é só relaxar e perder o olhar no horizonte ... ou fechar os olhos e desligar...
Simples e eficaz
Os miúdos pintam as latas na escola e os bares de praia disponibilizam-nas aos banhistas. E parece que funciona! Os fumadores gostam das latas e utilizam-nas.
Estão nas praias do Carvalhal e da Aberta Nova e não era má ideia estender a iniciativa às restantes praias...
sexta-feira, agosto 05, 2005
Água e Fogo
Foto de Paulo Cunha para a Lusa, sacada do Público.
Foto-jornalismo de qualidade. O drama dos incêndios aqui retratado com toda a sua intensidade.
Caos
Hoje, quando conduzia para o trabalho, ainda trazia comigo as imagens da SIC Notícias de ontem com casas a arder e, principalmente, com as pessoas a fugirem em pânico. Lembro-me de uma senhora a correr e a gritar, fugindo das chamas, enquanto empurrava um carrinho de bebé.
E os bombeiros, esses heróis. E os polícias, grandes heróis. E os srs da protecção civil, também heróis. Mas na verdade nós não queremos depender de heróis! Queremos sim profissionais que tenham formação no combate aos fogos e na operacionalização de mecanismos de protecção (civil!) às populações nestas situações. As pessoas que combatem hoje os fogos são extraordinárias na coragem e dedicação, mas são-no na medida directa do atraso do nosso país. Quando formos um país crescido, teremos meios e profissionais que dispensarão heroísmos e conseguirão de forma mais eficaz proteger as pessoas e seus bens.
E o Abrupto descreve-o bem:
Na estrada, o ambiente era caótico, com filas formando-se rapidamente em vários quilómetros, e com autotanques com gasolina nas filas. Carros da polícia passavam sem se perceber para quê. Quando a A1 foi finalmente interrompida e a coluna de veículos desviada para a estrada Figueira da Foz-Pombal ninguém sabia dizer nada sobre as alternativas. A Brisa continuava a receber portagens criando um congestionamento perigoso. Quando se chegava á outra estrada percebia-se logo que o mar de chamas e fumo para Norte impedia qualquer passagem, e, se dúvidas havia de que alguma coisa de muito grave se passava, era ver chegar os carros com mulheres e crianças evacuados das aldeias, desesperadas e em pânico. Uma rapariga procurava o pai, uma mulher com um bebé ao colo chorava convulsivamente porque a sua casa e a “aldeia” (não sei se é verdade, mas era o que dizia) tinha ardido.
E os bombeiros, esses heróis. E os polícias, grandes heróis. E os srs da protecção civil, também heróis. Mas na verdade nós não queremos depender de heróis! Queremos sim profissionais que tenham formação no combate aos fogos e na operacionalização de mecanismos de protecção (civil!) às populações nestas situações. As pessoas que combatem hoje os fogos são extraordinárias na coragem e dedicação, mas são-no na medida directa do atraso do nosso país. Quando formos um país crescido, teremos meios e profissionais que dispensarão heroísmos e conseguirão de forma mais eficaz proteger as pessoas e seus bens.
E o Abrupto descreve-o bem:
Na estrada, o ambiente era caótico, com filas formando-se rapidamente em vários quilómetros, e com autotanques com gasolina nas filas. Carros da polícia passavam sem se perceber para quê. Quando a A1 foi finalmente interrompida e a coluna de veículos desviada para a estrada Figueira da Foz-Pombal ninguém sabia dizer nada sobre as alternativas. A Brisa continuava a receber portagens criando um congestionamento perigoso. Quando se chegava á outra estrada percebia-se logo que o mar de chamas e fumo para Norte impedia qualquer passagem, e, se dúvidas havia de que alguma coisa de muito grave se passava, era ver chegar os carros com mulheres e crianças evacuados das aldeias, desesperadas e em pânico. Uma rapariga procurava o pai, uma mulher com um bebé ao colo chorava convulsivamente porque a sua casa e a “aldeia” (não sei se é verdade, mas era o que dizia) tinha ardido.
quinta-feira, agosto 04, 2005
Baviera, motores e vagões
[voz nasalada] "Bem vindo ao serviço de apoio a clientes. Informamos que este serviço se encontra aberto entre as 9h30 e as 21h. Por favor ligue-nos nesse horário. pi pi pi..."
Mas são 18h!...
Este ao menos não acende luzinhas amarelas pedindo que o levem ao estábulo!
Mas são 18h!...
Este ao menos não acende luzinhas amarelas pedindo que o levem ao estábulo!
quarta-feira, agosto 03, 2005
Desemprego
Ontem ao almoço encontrei um conhecido jogador da bola. Tá sem emprego o coitado. Já nem dinheiro tem para comprar o bilhete do parquímetro para colocar no Lamborghini!
Vidas complicadas...
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