"Talvez a felicidade seja isto: não sentirmos que devíamos estar noutro lugar, a fazer outra coisa, sendo outra pessoa", comentário de um suiço sobre o que é a felicidade, in A Geografia da Felicidade de Eric Weiner.
Não sendo uma definição absoluta é um bom barómetro. :)
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terça-feira, maio 15, 2012
segunda-feira, dezembro 26, 2011
História nossa
“A primeira aldeia global”, de Martin Page
Livro referenciado via blogue Entre Deus e o Diabo.
Fica 'em roadmap'.
Livro referenciado via blogue Entre Deus e o Diabo.
Fica 'em roadmap'.
segunda-feira, agosto 08, 2011
Encontros Marcados
Encontros marcados é o último livro de Gonçalo Cadilhe. Pensava que estava esgotado o filão dos livros de viagens de GC, mas não. Ele melhora a escrita e este livro muito simples e despretensioso relata novos episódios do viajante naquilo que é fundamental nas viagens: as pessoas com que nos cruzamos nas diversas latitudes.
E como os livros por vezes são como as cerejas, a referência a dois livros que ficaram referenciados para mais tarde ler (e só não comprar já porque a lista de livros em cima da mesa de cabeceira ainda é extensa...): as Cidades Invisíveis de Umberto Eco sobre as histórias contadas por Marco Polo ao sedentário imperador do império do meio que não conhecia as cidades dos seus domínios e O Paraíso na Outra Esquina de Vargas Llosa, sobre a Polinésia francesa.
E como os livros por vezes são como as cerejas, a referência a dois livros que ficaram referenciados para mais tarde ler (e só não comprar já porque a lista de livros em cima da mesa de cabeceira ainda é extensa...): as Cidades Invisíveis de Umberto Eco sobre as histórias contadas por Marco Polo ao sedentário imperador do império do meio que não conhecia as cidades dos seus domínios e O Paraíso na Outra Esquina de Vargas Llosa, sobre a Polinésia francesa.
terça-feira, abril 19, 2011
Foto Grafia
Estou a ler o Livro do Joel Santos.
Fotógrafo e viajante. É fácil sentir afinidades...
O livro é um excelente manual para que se inicia na fotografia - luz, exposição, composição, equipamento - com muitos grafismos e imagens, tornando a leitura fácil.
Para quem já está numa fase de aprendizagem mais avançada, vale como refrescamento de teoria, mas princpialmente como colecção de boas fotos e sugestões de locais em Portugal para fotografar.
Fotógrafo e viajante. É fácil sentir afinidades...
O livro é um excelente manual para que se inicia na fotografia - luz, exposição, composição, equipamento - com muitos grafismos e imagens, tornando a leitura fácil.
Para quem já está numa fase de aprendizagem mais avançada, vale como refrescamento de teoria, mas princpialmente como colecção de boas fotos e sugestões de locais em Portugal para fotografar.
segunda-feira, março 07, 2011
Tigre Branco
quinta-feira, janeiro 20, 2011
As rotas do sonho
Estou agora a acabar de ler As rotas do sonho de Tiago Salazar. Não conhecia este viajante, gostei da sua escrita mas não dos seus ideais de viagem: hotéis e restaurantes caros. Disso temos em 'casa', o que gosto nas viagens é a imersão, nos lugares e pessoas locais. Troco o Datai (belíssimo e confortável sem dúvida) por uma cabana à beira mar numa praia pristina e troco o restaurante carregado de estrelas michelin pelo boteco da senhora da terra.
São gostos... E andarilhos, há-os para todos eles, felizmente.
De qq modo deste livro ficam as referências de Fernando Noronha e Oia, Santorini. Confirmações de locais a visitar, que já estavam referenciados. Ficam tb mencionados Búzios, Paraty e Angra dos Reis, para um estudo posterior...
São gostos... E andarilhos, há-os para todos eles, felizmente.
De qq modo deste livro ficam as referências de Fernando Noronha e Oia, Santorini. Confirmações de locais a visitar, que já estavam referenciados. Ficam tb mencionados Búzios, Paraty e Angra dos Reis, para um estudo posterior...
terça-feira, novembro 11, 2008
The First Discovery of Australia and New Guinea
The First Discovery of Australia and New Guinea (Large Print Edition): Being the Narrative of Portuguese and Spanish Discoverers
by George Collingridge
«Relevant historical document over the european discovery of Australia..»
This book is an excellent surprise. Being over 100 years old it reveals some relevant facts, today still rarely known, over the discovery of Australia.
Although some doubts still prevail about who were the first europeans to set foot on Australia, it seems more and more accepted as a fact that Cook was not for sure the first european to achieve it.
Between 1511 and 1536 the portuguese draw maps of the big southern island. Although portuguese maps were lost in 1755 when an earthquake and subsequent fire destroyed national archives, copies of this maps made by the french survived to present days. It is thus clear that more than 200 years before Cook reached Australia, the portuguese (and later the spanish) had already sailed the shores of australia. And it is not even surprising since the portuguese were the masters of the seas in the early 16th century and they had already discovered many island in southwest Asia in their search for the Molucas, the spice islands, the most wanted source of economic revenue for the european economy in those days.
The book is mainly factual and easy to read. An interesting document for those who are curious about the discovery of australia, sailing or the history of europe in the 16th/18th centuries.
by George Collingridge
«Relevant historical document over the european discovery of Australia..»
This book is an excellent surprise. Being over 100 years old it reveals some relevant facts, today still rarely known, over the discovery of Australia.
Although some doubts still prevail about who were the first europeans to set foot on Australia, it seems more and more accepted as a fact that Cook was not for sure the first european to achieve it.
Between 1511 and 1536 the portuguese draw maps of the big southern island. Although portuguese maps were lost in 1755 when an earthquake and subsequent fire destroyed national archives, copies of this maps made by the french survived to present days. It is thus clear that more than 200 years before Cook reached Australia, the portuguese (and later the spanish) had already sailed the shores of australia. And it is not even surprising since the portuguese were the masters of the seas in the early 16th century and they had already discovered many island in southwest Asia in their search for the Molucas, the spice islands, the most wanted source of economic revenue for the european economy in those days.
The book is mainly factual and easy to read. An interesting document for those who are curious about the discovery of australia, sailing or the history of europe in the 16th/18th centuries.
quinta-feira, julho 24, 2008
Nos passos de Magalhães

Aí está mais um livro de viagens de Gonçalo Cadilhe! Este jovem não pára de viajar...
Desta feita Gonçalo leva-nos pelos caminhos que Fernão de Magalhães percorreu há 500 anos, desde as expedições africanas ao serviço da coroa portuguesa, as incursões no oriente na armada de Francisco de Almeida, o desentendimento com D. Manuel e a expedição que o tornou famoso: a circum-navegação do planeta ao serviço da coroa espanhola.
Apesar desta expedição ser uma afronta a D. Manuel e ao Portugal de quinhentos, uma vez que queria reclamar para Espanha as ilhas das especiarias, provando que estas se encontravam no lado espanhol do tratado de tordesilhas, penso que já vai sendo tempo de perdoar o temperamento de Fernão de Magalhães e resgatá-lo de vez de, volta para os maiores momentos e maiores personagens da história portuguesa. De facto, é português o homem que provou que o mundo é redondo, o primeiro a descobrir a passagem e a navegar o oceano pacífico. Um dos pioneiros da globalização a par de Colombo, Pedro Álvares Cabral e Vasco da Gama!
Até porque, convenhamos, D. Manuel também não sai limpo dessa história. Compreendo que nunca financiasse tal expedição, mas esta só surge na sequência do repúdio a Fernão de Magalhães, no que constituiu mais uma decisão menos feliz de D. Manuel... Além do que, Fernão de Magalhães acabou por comprovar que as especiarias estavam do lado português do mapa que resultou de Tordesilhas!
A reabilitação nacional de Fernão de Magalhães seria até um gesto cheio de simbolismo para o momento actual da nossa história: Portugal mostrar que não repudia os seus maiores talentos e que o único trajecto de sucesso que estes têm é emigrar...
Quanto ao livro, ao pretender ser mais romanceado que os anteriores, perde algo da fluidez. Gonçalo Cadilhe é um excelente viajante mas como romancista ainda tem caminho para percorrer. Mas no que me interessa do livro, o objectivo cumpre-se: com as descrições do livro somos levados a viajar como se andássemos nos passos de Magalhães...
segunda-feira, junho 02, 2008
In a sunburned country
Este livro foi para mim uma dupla descoberta: de Bill Bryson e da Austrália. Relativamente ao primeiro foi uma surpresa agradável encontrar uma escrita carregada de humor e das pequenas histórias que enquadram a História e a geografia de um país para construir um guia de viagens. Quanto ao segundo foi a confirmação do que já suspeitava: a Austrália é um país fantástico, a merecer uma viagem de alguns meses para lhe conhecermos o essencial. As formas de vida mais fascinantes - o maior ser vivo do planeta, a grande barreira de coral, o primeiro organismo vivo da Terra, aquele que começou a sintetizar oxigénio e a possibilitar vida maior no planeta, acessível num passeio na praia, - as cidades modernas, o outback isolado, as enormes distâncias a percorrer de carro, combóio ou avião. ah ... é desta que largo tudo e me piro para o outro lado do mundo! :)
segunda-feira, agosto 20, 2007
Codex 632
segunda-feira, agosto 06, 2007
África Acima
Será possível percorrer África, do Cabo a Tânger, em apenas dois dias? Possível e fácil se viajarmos na leitura do novo livro do Gonçalo Cadilhe África acima.
Mais um excelente livro que nos leva desde o Cabo da Boa Esperança até Tânger, passando pelas acolhedoras pequenas cidades de África do Sul, pelo delta do Okavango, pelo trekking nos vales do deserto da Namíbia, pelas cataratas de Vitoria na Zâmbia, pelo absurdo em que se transformou o Zimbabwe, pelas raízes portuguesas ainda presentes em Benguela, pela Nigéria, Níger, Camarões, Mali e a sua legendária Timbuktu (que agora transacciona produtos chineses...), Senegal e, por fim, Marrocos já a cheirar a Europa.
Uma viagem de sete meses pela pobreza de todo um continente, mais acolhedor do que seria de esperar.
quinta-feira, agosto 02, 2007
Theroux - literatura de viagem
No seu livro Lonely Planet Story Tony Wheeler (o autor e fundador da Lonely Planet) refere como grandes referências da literatura de viagem Bill Bryson e Paul Theroux. Para o primeiro já tinha sido alertado do seu interesse pelo PR e já encomendei uma catrefada de livros seus na Amazon. Para o segundo fiquei logo convencido do seu interesse mal abri o link do primeiro livro que descobrimos no seu site: The Great Railway Bazaar. E depois este: The Old Patagonian Express e este: The Happy Isles of Oceania ...
Acho que me vou endividar um pouco mais com a Amazon....
sexta-feira, julho 20, 2007
Bill Bryson
Um nome a fixar quando se procura um bom livro de viagens salpicado de bom humor. A conselho do PR, mais um doente viciado em viagens, já encomendei uma dúzia de livros de Bill Bryson: Austrália, Quénia ou EUA são alguns dos destinos cobertos.Não vão faltar opções de literatura nas férias!
The Lonely Planet Story
The Lonely Planet Story.Ora cá está mais um excelente livro de viagens: a história da Lonely Planet, o maior editor de guias de viagem.
Misto de crónica de viagem e de receita de empreendedorismo, este livro conta-nos a história do casal Wheeler desde que saiu de Inglaterra numa viagem low-cost por terra, numa velha furgoneta, até chegarem à Austrália, aí se fixarem e fundarem a maior editora de guias de viagem.
Duas coisas ficam claras: dá jeito ter um MBA e uns pais abonados. E obviamente um espírito empreendedor, sem o qual nada feito!...
sexta-feira, julho 06, 2007
translate.eu
Depois de vários anos de navegação cibernética parece que finalmente descobri um bom dicionário online Inglês/Português. Dizem que a necessidade aguça o engenho e, de facto, para estudar para o IELTS e GMAT estava-me mesmo a fazer falta uma coisa destas: translate.eu
Além de Inglês e Português tam também Espanhol, Alemão, Italiano, Francês, Russo, ...
É simples, prático e rápido. Quite extraordinary indeed! I must say.
Além de Inglês e Português tam também Espanhol, Alemão, Italiano, Francês, Russo, ...
É simples, prático e rápido. Quite extraordinary indeed! I must say.
segunda-feira, abril 30, 2007
Mais além
"Mais além", além do Evereste, é o último livro do alpinista João Garcia. A escrita de João Garcia está longe de ser uma referência literária mas, talvez por isso mesmo, pela forma natural e despretensiosa como relata as suas aventuras, envolve-nos na narrativa e faz-nos viver as emoções como se lá estivéssemos.
Neste livro, João Garcia mostra-nos como recuperou das marcas deixadas pela subida ao Evereste. As expedições que se seguiram e a forma como conseguiu ulrapassar os traumas para continuar a fazer o que gosta: escalar montanhas!
É um excelente relato de coragem e determinação! Que nos mostra que é possível superar as quedas dos 'nossos Everestes' e retomar as escaladas com igual determinação...
terça-feira, fevereiro 13, 2007
O quadrado
"Defendo este reduto. É o meu quadrado. Talvez não tenha sentido estar aqui a defendê-lo, mas se o perdesse eu próprio me perderia. O único sentido, que talvez não tenha grande sentido, é defender este quadrado."
in O Quadrado de Manuel Alegre, livro de pequenos contos para ajudar a adormecer. Ou para dar o mote de reflexão sobre assuntos mais sérios, como a reflexão sobre os quadrados da vida...
in O Quadrado de Manuel Alegre, livro de pequenos contos para ajudar a adormecer. Ou para dar o mote de reflexão sobre assuntos mais sérios, como a reflexão sobre os quadrados da vida...
domingo, fevereiro 11, 2007
A lua pode esperar
"Só te falta ir à Lua", dizem-lhe. "À Lua para quê?", responde. "Tudo o que me interessa está aqui, na Terra".
Pela Patagónia abaixo, pela Indonésia acima, pelas ilhas do Pacífico e do Índico, pelos mares da Tasmânia ou das Caraíbas, pelas cidades dos Andes, da Europa e de África, o olhar maravilhado do viajante percorre a Terra com uma certeza: a Lua pode esperar.
Depois de Planisfério Pessoal, Gonçalo Cadilhe escreveu este livro de viagens. Depois da viagem alucinante percorrendo kilómetros, fronteiras e países, atrás de kilómetros fronteiras e países, chegou a vez das viagens feitas sem pressa, com tempo para desfrutar cada local. E um capítulono fim do livro com dicas preciosas para os viajantes.
Pela Patagónia abaixo, pela Indonésia acima, pelas ilhas do Pacífico e do Índico, pelos mares da Tasmânia ou das Caraíbas, pelas cidades dos Andes, da Europa e de África, o olhar maravilhado do viajante percorre a Terra com uma certeza: a Lua pode esperar.
Depois de Planisfério Pessoal, Gonçalo Cadilhe escreveu este livro de viagens. Depois da viagem alucinante percorrendo kilómetros, fronteiras e países, atrás de kilómetros fronteiras e países, chegou a vez das viagens feitas sem pressa, com tempo para desfrutar cada local. E um capítulono fim do livro com dicas preciosas para os viajantes.
sábado, fevereiro 10, 2007
Planisfério Pessoal

O livro Planisfério Pessoal foi, depois do encravanço no Sumiço da Santa e no Mau Tempo no Canal (apesar da qualidade dos livros e dos autores), lido descontraidamente em alta velocidade. A leitura de viagens passa num instante; como as próprias viagens, aliás. E é óptima para recuperar o ritmo de leitura.
O Planisfério relata a viagem à volta do mundo, por terra e mar, do viajante Gonçalo Cadilhe, que a foi contando em directo para o Expresso e mais tarde compilou parte neste livro.... 'carrocel' Maia na Guatemala, Belize e península do Iucatão, caminhada Inca para Machu Pichu, o fim do mundo em Ushuaia, pit stop em Moorea para recuperar as forças, Indonésia com as suas praias, montanhas e templos budistas, … Angkor Vat - expoente máximo da civilização Khmer.
Afeganistão e Irão talvez noutra altura, agora não obrigado, trekking na Bulgária, e a Ligúria para fechar. Estes são muito, muito, muito resumidamente os pontos altos da viagem. Resumidamente até porque a volta ao mundo relatada no livro percorreu 19 meses ao longo de 38 países.
(fotos de monumento Maia, Machu Pichu e Angkor Vat).
sexta-feira, novembro 24, 2006
mau tempo no canal
Margarida para lá dos cortinados e dos mognos do seu beliche, deixando ao marido a ilusão que estava nos braços de Morfeu, olhava fixamente para a rede do beliche de cima. E, apesar da veilleuse que arroxeava a penumbra do camarote, sentia-se cega ... cega como a serpente do anel que nehum ventre de peixe levaria a mesa humana e que àquela hora jazia, como a cucumária dos abismos,no mais secreto do mar.
Lisboa 7h25 PM de 21 de Fevereiro de 1944
Já é a segunda vez este ano que fico preso nos clássicos. Primeiro foi o Sumiço da Santa, agora o Mau Tempo no Canal. Ainda por cima o Mau Tempo no Canal aborda um tema apelativo: a vida nas ilhas açoreanas do grupo central, entre as vinhas e as baleias do Pico, as empresas de armações baleeiras do Faial, o ambiente rural de S. Jorge, etc..., pelo que é difícil entender o porquê.
A explicação deve estar no estilo barroco da escrita. Apesar de colocar em dúvida o brilhantismo de Vitorino Nemésio enquanto escritor, a sua pena aqui deixou um traço pesado (como se pode ver aliás no trecho em cima).
Andar semanas e semanas a 'mastigar' um livro não é experiência agradável porque a páginas tantas já parece obrigação, mas a obstinação de não deixar um livro a meio acaba sempre por ser mais forte.
Lisboa 7h25 PM de 21 de Fevereiro de 1944
Já é a segunda vez este ano que fico preso nos clássicos. Primeiro foi o Sumiço da Santa, agora o Mau Tempo no Canal. Ainda por cima o Mau Tempo no Canal aborda um tema apelativo: a vida nas ilhas açoreanas do grupo central, entre as vinhas e as baleias do Pico, as empresas de armações baleeiras do Faial, o ambiente rural de S. Jorge, etc..., pelo que é difícil entender o porquê.
A explicação deve estar no estilo barroco da escrita. Apesar de colocar em dúvida o brilhantismo de Vitorino Nemésio enquanto escritor, a sua pena aqui deixou um traço pesado (como se pode ver aliás no trecho em cima).
Andar semanas e semanas a 'mastigar' um livro não é experiência agradável porque a páginas tantas já parece obrigação, mas a obstinação de não deixar um livro a meio acaba sempre por ser mais forte.
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