terça-feira, março 04, 2014
sexta-feira, janeiro 24, 2014
Água oxigenada - verdade ou mito?
UTILIDADE PÚBLICA ATENÇÃO VEJA..
Os Dentistas queriam esconder isso das pessoas pra lucrarem
com clareamentos dentários, mais os cientistas não ficaram com medo de falar.
Veja os benefícios da água oxigenada, um produto muito
barato e que você encontra em qualquer lugar.
90% das pessoas não sabem, afinal existe uma indústria que
manipula tudo através dos meios de comunicação, acompanhe a lista de
benefícios:
1- Mata os germes bocais;
2- Clareia os dentes (coloque uma colher de sobremesa de
água oxigenada vol. 10 e em meio copo d'água, bocheche por um minuto, depois
cuspa);
3- Tira os germes das escovas de dentes que causam gengivite
e outros (mantenha a escova numa solução de água oxigenada 10 vol.);
4- Desinfeta as superfícies melhor que qualquer outro
produto (excelente para banheiros e cozinhas);
5- Elimina fungos dos pés que causam chulé (utilize á noite
sobre os pés, também evita frieira e outros fungos);
6- Evita infecções;
7- Desinfeta;
8- Ótimo cicatrizante, passe em todos dos tipos de
ferimentos (use várias vezes ao dia, alguns casos de gangrena regrediram com o
uso);
9- Mata germes e outros micro-organismos nocivos;
10- Alivia o nariz que estiver com constipações, gripe ou
sinusite (misture meio-a-meio com água pura e pingue no nariz, espere alguns
minutos e assoar o nariz);
11- Ajuda manter a pele saudável (use no banho, pode ser
usada em caso de Micose;
12- Desinfeta roupas que tiveram contato com sangue ou
secreções corporais (Deixe de molho numa solução de água oxigenada antes da
lavagem normal);
13- Mata bactérias na cozinha, inclusive salmonela (após o
uso dos utensílios, desinfete com água oxigenada);
14- Remove tártaro dos dentes (molhe a escova com a água
oxigenada e escove normalmente, o tártaro sai aos poucos);
15- Descolorir pelos dos braços (aconselhável passar creme
de óleo de amêndoas antes de iniciar o processo, use a água oxigenada vol. 40 +
pó descolorante, passar sobre os pelos que deseja descolorir e aguardar entre
10 á 30 minutos, lave o local onde passou a loção, após o processo);
16- Clareia as manchas no rosto (passe toda noite com
pequenos ?toques? em cima da mancha que deseja sumir);
17- Clareia as unhas ( coloque num pote água quente e uma
tampinha de água oxigenada ou uma colher de sopa do produto, deixe suas unhas
mergulhadas nessa solução por 10 minutos e retire. Obs: As unhas devem estar
limpas e sem esmalte);
18- Tira água do ouvido (Pingue uma gota de água oxigenada e
tira aquele efeito aquário, quando fica muito tempo na água da piscina ou do
mar);
19- Deixa os pés lisos, livre de rachaduras, fungos, chulé e
frieiras (coloque 10 comprimidos de melhoral adulto + 1 vidrinho de glicerina
médio + 1 vidrinho de água oxigenada, triture o melhoral num recipiente, até
ficar em pó, acrescente os demais ingredientes, misture e tampe. Use á noite,
antes de ir dormir);
20- Tira manchas de vinho e de sangue das roupas (pingue em
cima da mancha e depois lave normalmente, proceda com água fria de
preferência);
21 - Desinfeta tábuas de carnes e outros utensílios
domésticos (Diga adeus a salmonela).
quarta-feira, dezembro 18, 2013
Invictus
Invictus
Out of the night that covers me,
Black as the pit from pole to pole,
I thank whatever gods may be
For my unconquerable soul.
In the fell clutch of circumstance
I have not winced nor cried aloud.
Under the bludgeonings of chance
My head is bloody, but unbowed.
Beyond this place of wrath and tears
Looms but the horror of the shade,
And yet the menace of the years
Finds and shall find me unafraid.
It matters not how strait the gate,
How charged with punishments the scroll,
I am the master of my fate:
I am the captain of my soul.
Fora da noite que me cobre,
Negro como o poço de pólo a pólo,
Agradeço a que deuses possam existir
Pela minha alma inconquistável.
Na garra cruel da circunstância
Eu não recuei nem gritei.
Sob os golpes do acaso
Minha cabeça está sangrenta, mas erecta.
Além deste lugar de ira e lágrimas
Avizinha-se apenas o horror da sombra,
E ainda a ameaça dos anos
Localiza e deverás encontrar-me sem medo.
Não importa quão estreito seja o portão,
Como acusado de castigos o pergaminho,
Eu sou o mestre do meu destino:
Eu sou o capitão da minha alma.
Victorian poem by the English poet William Ernest Henley (1849–1903)
Out of the night that covers me,
Black as the pit from pole to pole,
I thank whatever gods may be
For my unconquerable soul.
In the fell clutch of circumstance
I have not winced nor cried aloud.
Under the bludgeonings of chance
My head is bloody, but unbowed.
Beyond this place of wrath and tears
Looms but the horror of the shade,
And yet the menace of the years
Finds and shall find me unafraid.
It matters not how strait the gate,
How charged with punishments the scroll,
I am the master of my fate:
I am the captain of my soul.
Fora da noite que me cobre,
Negro como o poço de pólo a pólo,
Agradeço a que deuses possam existir
Pela minha alma inconquistável.
Na garra cruel da circunstância
Eu não recuei nem gritei.
Sob os golpes do acaso
Minha cabeça está sangrenta, mas erecta.
Além deste lugar de ira e lágrimas
Avizinha-se apenas o horror da sombra,
E ainda a ameaça dos anos
Localiza e deverás encontrar-me sem medo.
Não importa quão estreito seja o portão,
Como acusado de castigos o pergaminho,
Eu sou o mestre do meu destino:
Eu sou o capitão da minha alma.
Victorian poem by the English poet William Ernest Henley (1849–1903)
Etiquetas:
cantinho do consultor,
motivação
Man in the arena / Homem na arena
The man in the arena
It is not the critic who counts; not the man who points out how the strong man stumbles, or where the doer of deeds could have done them better. The credit belongs to the man who is actually in the arena, whose face is marred by dust and sweat and blood; who strives valiantly; who errs, who comes short again and again, because there is no effort without error and shortcoming; but who does actually strive to do the deeds; who knows great enthusiasms, the great devotions; who spends himself in a worthy cause; who at the best knows in the end the triumph of high achievement, and who at the worst, if he fails, at least fails while daring greatly, so that his place shall never be with those cold and timid souls who neither know victory nor defeat.
O homem na arena
Não é o crítico que conta, não o homem que aponta como o homem forte tropeça, ou onde o fazedor das ações poderia ter feito melhor. O crédito pertence ao homem que está realmente na arena, cujo rosto está sujo de poeira, suor e sangue; que se esforça corajosamente; que erra, que falha uma e outra vez, porque não existe esforço sem erro e falha, mas que realmente se esforça para fazer as obras, que conhece grandes entusiasmos, as grandes devoções; que se dedica a uma causa digna; que ao melhor conhece no final o triunfo das grandes realizações, e que na pior das hipóteses, se ele falhar, pelo menos fracassa ousando muito, de modo que seu lugar nunca será junto às almas frias e tímidas que não conhecem a vitória nem a derrota.
Theodore Roosevelt's speech Citizenship in a Republic
(discurso passado por Mandela a François Piennar)
It is not the critic who counts; not the man who points out how the strong man stumbles, or where the doer of deeds could have done them better. The credit belongs to the man who is actually in the arena, whose face is marred by dust and sweat and blood; who strives valiantly; who errs, who comes short again and again, because there is no effort without error and shortcoming; but who does actually strive to do the deeds; who knows great enthusiasms, the great devotions; who spends himself in a worthy cause; who at the best knows in the end the triumph of high achievement, and who at the worst, if he fails, at least fails while daring greatly, so that his place shall never be with those cold and timid souls who neither know victory nor defeat.
O homem na arena
Não é o crítico que conta, não o homem que aponta como o homem forte tropeça, ou onde o fazedor das ações poderia ter feito melhor. O crédito pertence ao homem que está realmente na arena, cujo rosto está sujo de poeira, suor e sangue; que se esforça corajosamente; que erra, que falha uma e outra vez, porque não existe esforço sem erro e falha, mas que realmente se esforça para fazer as obras, que conhece grandes entusiasmos, as grandes devoções; que se dedica a uma causa digna; que ao melhor conhece no final o triunfo das grandes realizações, e que na pior das hipóteses, se ele falhar, pelo menos fracassa ousando muito, de modo que seu lugar nunca será junto às almas frias e tímidas que não conhecem a vitória nem a derrota.
Theodore Roosevelt's speech Citizenship in a Republic
(discurso passado por Mandela a François Piennar)
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quarta-feira, novembro 27, 2013
sexta-feira, setembro 27, 2013
Onde comer de madrugada em Lisboa
Lista de locais para comer de madrugada em Lisboa
Agora que não preciso é que tenho um lista porreira...
Agora que não preciso é que tenho um lista porreira...
sexta-feira, julho 12, 2013
quinta-feira, julho 11, 2013
Australia
na-australia-vive-se-deste-lado-sobrevive-se - relato de uma viagem de 22 dias um casal de portugueses à Australia.
segunda-feira, junho 17, 2013
Camino Francês de Santiago
Apontamentos do Caminho percorrido entre 7 e 16 de Junho com Pedro R, Nuno P, Tito e Xico M.
Dia -1 6 Jun 5a f.
Dia de trabalho. Jantar rapido e ida para a estação do oriente. Encontro no lounge da cp com os 3 peregrinos que tb partiam de lisboa e com o Fidalgo que apareceu para as despedidas e para fazer o reconhecimento para a próxima. Embarque as 21h30 no sud express com os caixotes das biclas.
Após diálogo com revisor de mal com a vida que nos tinha ficado co os bilhetes sem qq explicação, tivemos tempo para alguma conversa no bar do comboio antes de deitar. Ninguém dormiu bem: o comboio dava solavancos no lado português tornando a viagem desconfortavel. Do lado espanhol a coisa melhorou mas fomos tomar o pequeno almoço, - bom pequeno almoço! - mal dormidos.
Dia 0 7 jun 6a f. SJPP - Orisson 10km 700m D+
Chegada a hendaye, compra dos bilhetes para bayonne, montar logo um bicla e conversa com uma portuguesa que ía fazer o caminho a pé.
Em bayonne encontramo-nos com o pedro que tinha chegado de paris. Descobrimos que nao ha comboio para sjpp por a linha estar em obras, mas conseguimos colocar as biclas todas no autocarro que substitui o comboio, depois de almoçarmos perto da estação.
Chegados a sjpp, montamos as biclas e começamos a pedalar as 18h. Fazemos os primeiros 8km sempre a subir - 600m de cota ganha - e jantamos em Orisson. So havia 4 lugares mas depois de muita conversa la se arranjou msis um colchao numa casa do albergue a 1km do edificio principal.
Na manha seguinte o maior estafermo que encontrámos em todo o caminho recusou-nos pequeno almoço no Albergue de orisson por chegarmos em cima da hora.
Dia 1 8 Jun Sáb Orisson - Pamplona 59km 1.146m D+
Travessia dos pirineus com chuva frio e lama mas paisagens espetaculares!
Dia 3 10 jun 2a f. Los Arcos - Belorado 101km 1.645m D+
Dia de sol finalmente! Dia a rolar em ritmo alto com alguns picos cansativos e calhaus. Travessia da rioja, passagem pela bela cidade de logrono, provas de vinho... A cidade estava em festa a preparar feiras medievais por ser feriado, dia de s. Barnabé. Em Logrono tivemos tempo para comer um pincho e beber um rioja (2€).
Dia -1 6 Jun 5a f.
Após diálogo com revisor de mal com a vida que nos tinha ficado co os bilhetes sem qq explicação, tivemos tempo para alguma conversa no bar do comboio antes de deitar. Ninguém dormiu bem: o comboio dava solavancos no lado português tornando a viagem desconfortavel. Do lado espanhol a coisa melhorou mas fomos tomar o pequeno almoço, - bom pequeno almoço! - mal dormidos.
Chegada a hendaye, compra dos bilhetes para bayonne, montar logo um bicla e conversa com uma portuguesa que ía fazer o caminho a pé.
Em bayonne encontramo-nos com o pedro que tinha chegado de paris. Descobrimos que nao ha comboio para sjpp por a linha estar em obras, mas conseguimos colocar as biclas todas no autocarro que substitui o comboio, depois de almoçarmos perto da estação.
Chegados a sjpp, montamos as biclas e começamos a pedalar as 18h. Fazemos os primeiros 8km sempre a subir - 600m de cota ganha - e jantamos em Orisson. So havia 4 lugares mas depois de muita conversa la se arranjou msis um colchao numa casa do albergue a 1km do edificio principal.
Na manha seguinte o maior estafermo que encontrámos em todo o caminho recusou-nos pequeno almoço no Albergue de orisson por chegarmos em cima da hora.
Travessia dos pirineus com chuva frio e lama mas paisagens espetaculares!
Pequeno almoço no enorme Albergue de Roncesvalles, o outro ponto de partida do Caminho Francês do lado espanhol. Deve ser um bom local para dormir...
Albergue municipal em Pamplona enorme mas bem organizado com bom aquecimento, bons duches e maquinas para lavar e secar a roupa!
Dia 2 9 Jun Dom - Pamplona - Los Arcos 69km 1.552m D+
Diluvio, chuva e frio. Soubemos depois que Pamplona sofreu nesse dia o maior diluvio dos ultimos anos: http://www.elmundo.es/elmundo/2013/06/09/espana/1370796529.html
Albergue municipal em Pamplona enorme mas bem organizado com bom aquecimento, bons duches e maquinas para lavar e secar a roupa!
Diluvio, chuva e frio. Soubemos depois que Pamplona sofreu nesse dia o maior diluvio dos ultimos anos: http://www.elmundo.es/elmundo/2013/06/09/espana/1370796529.html
"Las fuertes lluvias caídas en Navarra en las últimas horas han causado el desbordamiento de los ríos, sobre todo del Arga a su paso por Pamplona, y cortes de carreteras..."
Chegamos a andar em caminhos com meia roda debaixo de agua! Sofremos com o frio.
Subida ao alto do perdon com suas estatuetas metalicas, um ícone do Caminho. Subida dificil com muita lama e descida tb complicada com calhaus rolantes.
Subida ao alto do perdon com suas estatuetas metalicas, um ícone do Caminho. Subida dificil com muita lama e descida tb complicada com calhaus rolantes.
Mosteiro de Irachi, perto de Ayegui - fuente de vino. Estava a funcionar! provámos o vinho e nem era mau...
Puente de la reina - "onde todos os caminhos convergem num só". Na verdade convergem aqui os caminhos que vêm de França e Catalunha.
Dormimos no Albergue Alberdi, na prática uma casa com garagem e arrecadações com beliches e decoração de mau gosto. mas prática para lavar biclas e roupa, não ficamos mal.
Dia de sol finalmente! Dia a rolar em ritmo alto com alguns picos cansativos e calhaus. Travessia da rioja, passagem pela bela cidade de logrono, provas de vinho... A cidade estava em festa a preparar feiras medievais por ser feriado, dia de s. Barnabé. Em Logrono tivemos tempo para comer um pincho e beber um rioja (2€).
Logrono fica uns 60km a sul de Vitoria e seus parques naturais e lago...
Boas paisagens. Localidades com bom ordenamento e gente civilizada sempre a dar passagem nas passadeiras, etc...
Em belorado somos brindados com a companhia na camarata de juan e sancho pança... Grandes amigos do pedro... :o))) o sancho pança já tinha ficado conhecido em pamplona no albergue por ter estado no final do dia a monopolizar o secador de mãos da casa de banho para secar os sapatos.
Dia 4 11 jun 3a f. Belorado - Castrojeriz 91 km 1.083m D+
Dia solarengo, rolante, tranquilo. Entrada em castela. Passagem por burgos e sua imponente catedral. Paragem de 3h na cidade para reparar biclas, loja Ciclos Garcia. Travoes e transmissoes muito massacrados pela lama dos primeiros dias.
Em castrojeriz apanhamos albergues cheios e ficamos no refugio municipal. o gerente é um velhote castiço apreciador de um copito de vinho. A vila é patrimonio da humanidade mas parece pouco habitada. Bela no entanto.
A noite esta agradavel, com boa temperatura.
Dia 5 - 12 Jun 4a f. Castrojeriz - Mansilla de las Mulas 119km 715m D+
Acordamos ao som de canto gregoriano. !!? :) Ramon e el Gordo e seus momentos de humor, de vinho ... Ramon: son cinco? Mala suerte... De bici? Oh no... No entiendo, tengo 28 camas e 28 personas... No puede estar mal...
El gordo: Ramon, um copito de vino? - Si, vamonos. (para celebrar resolucao do caso dos 28 lugares.)
'que bom que vieste, que bom que te vais embora! Ah, ah, ah...' dizia-nos o Gordo na despedida.
Retas e mais retas de castilla e Leon... Muito calor. fazemos o dia em alta velocidade: média a rolar de 20km7h.
Dia 6 - 13 jun 5a f. Mansilla de las Mulas - Ponferrada 122km 1.533m D+
Passagem por León cujos arredores formam a zona mais feia do percurso, exceção ao centro da cidade e sua imponente catedral e casa de Gaudi. Hospital de Orbigo onde almoçamos junto à ponte de Paso Honroso.
Em belorado somos brindados com a companhia na camarata de juan e sancho pança... Grandes amigos do pedro... :o))) o sancho pança já tinha ficado conhecido em pamplona no albergue por ter estado no final do dia a monopolizar o secador de mãos da casa de banho para secar os sapatos.
Dia solarengo, rolante, tranquilo. Entrada em castela. Passagem por burgos e sua imponente catedral. Paragem de 3h na cidade para reparar biclas, loja Ciclos Garcia. Travoes e transmissoes muito massacrados pela lama dos primeiros dias.
Em castrojeriz apanhamos albergues cheios e ficamos no refugio municipal. o gerente é um velhote castiço apreciador de um copito de vinho. A vila é patrimonio da humanidade mas parece pouco habitada. Bela no entanto.
A noite esta agradavel, com boa temperatura.
Acordamos ao som de canto gregoriano. !!? :) Ramon e el Gordo e seus momentos de humor, de vinho ... Ramon: son cinco? Mala suerte... De bici? Oh no... No entiendo, tengo 28 camas e 28 personas... No puede estar mal...
El gordo: Ramon, um copito de vino? - Si, vamonos. (para celebrar resolucao do caso dos 28 lugares.)
'que bom que vieste, que bom que te vais embora! Ah, ah, ah...' dizia-nos o Gordo na despedida.
Retas e mais retas de castilla e Leon... Muito calor. fazemos o dia em alta velocidade: média a rolar de 20km7h.
Passamos por Sahagun que está em festa: tudo vestido a rigor, missas e vedações nas ruas preparadas para uma largada de touros; saímos da vila na companhia do casal brasileiro que já havíamos encontrado. Albergue municipal em Mansilla com boas condições. Cafés e restaurantes perto. Aldeia simpática.
Passagem por León cujos arredores formam a zona mais feia do percurso, exceção ao centro da cidade e sua imponente catedral e casa de Gaudi. Hospital de Orbigo onde almoçamos junto à ponte de Paso Honroso.
Passagem por Astorga, cidade com ruinas romanas, casa de gaudi, catedral imponente.
Subida a Cruz de Ferro. Dura. No alto atirei pedra cumprindo a tradição e encontrámos equipa a preparar filme sobre Paulo Coelho.
Descida complicada em calhaus.
Antes de ponferrada encontrámos Molinaseca, aldeia com mto bom aspeto de casas cuidadas e ribeiro no meio. So nao ficamos aqui pq precisamos ir até ponferrada comprar uma manete de travao. Fizemos 10 km de sprint final depois de um dia duro mas conseguimos chegar 10 min. Antes da loja fechar!
Em ponferrada encontrámos o velho rezingao no albergue municipal e uns responsaveis de albergue 5 estrelas. Iamos ficando a dormir na rua pois so conseguimos acabar de jantar depois da hora de fecho do albergue.
Dia 7 - 14 Jun 6a f. Ponferrada - Ponfria 67km 1957m D+
Dia duríssimo com subida para caminho antigo a seguir a vilafranca del bierzo e depois subida a o Cebreiro para entrada na Galiza.
Descida complicada em calhaus.
Antes de ponferrada encontrámos Molinaseca, aldeia com mto bom aspeto de casas cuidadas e ribeiro no meio. So nao ficamos aqui pq precisamos ir até ponferrada comprar uma manete de travao. Fizemos 10 km de sprint final depois de um dia duro mas conseguimos chegar 10 min. Antes da loja fechar!
Em ponferrada encontrámos o velho rezingao no albergue municipal e uns responsaveis de albergue 5 estrelas. Iamos ficando a dormir na rua pois so conseguimos acabar de jantar depois da hora de fecho do albergue.
Dia duríssimo com subida para caminho antigo a seguir a vilafranca del bierzo e depois subida a o Cebreiro para entrada na Galiza.
Passagem por Villafranca del Bierzo. Apesar do monumental Castelo ficou aquém das expectativas.
A meio do dia passagem por ribeiro perto de Vega de Valcarce para refrescar pernas e Tito dar um mergulho. encontrámos um jovem de 77 anos que andava a fazer o caminho em sentido contrário pela estrada. Conversador e bem disposto, cheio de vontade de viver.
Neste dia agravei a lesão numa primeira subida desnecessária marcada com setas e com 'solo para muy duros' que devia fazer parte de caminho antigo. Devia dizer 'só para otários' pq não tem qq motivo de interessse.
Reencontrámos o casal de brasileiros na subida e frade franciscano em o Cebreiro.
O Cebreiro tem muito bom aspeto: pequeno conjunto de casas na montanha e albergue.
Excelente albergue em ponfria, albergue reboleira, todo em madeira com muito bom aspeto. E melhor comida!
Dia 8 - 15 Jun Sáb Ponfria - Melide 88km 1.693m D+
Dia fantástico de sol galego. Grandes bosques,muito caminho com sombra.
Bom almoco no relvado com direito a siesta. Private joke: Handicap na roda 29 que chegou mais cedo e dormiu uma sesta.
2 quedas.
Dores no joelho. Sol. Excelentes paisagens da Galiza!
Dia 9 - 16 jun dom Melide - Santiago de Compostela 52km 975m D+
Melide - Santiago
Dormida no albergue privado Apalpador; foi o que encontrámos apesar de no dia seguinte termos descoberto que o municipal era mesmo ao lado. Jantámos no famoso Ezequiel pulperia um excelente polvo apesar de muito picante, uma dose de entrecosto e umas quantas cervejas. Tempo coberto mas nao apanhámos chuva. Muitos peregrinos a pé e de bicicleta. Pelo caminho alguém a dormir numa cama suspensa de rede com um plástico em v invertido por cima.
Galiza é bastante 'enrugada'.
A meio do dia passagem por ribeiro perto de Vega de Valcarce para refrescar pernas e Tito dar um mergulho. encontrámos um jovem de 77 anos que andava a fazer o caminho em sentido contrário pela estrada. Conversador e bem disposto, cheio de vontade de viver.
Neste dia agravei a lesão numa primeira subida desnecessária marcada com setas e com 'solo para muy duros' que devia fazer parte de caminho antigo. Devia dizer 'só para otários' pq não tem qq motivo de interessse.
Reencontrámos o casal de brasileiros na subida e frade franciscano em o Cebreiro.
O Cebreiro tem muito bom aspeto: pequeno conjunto de casas na montanha e albergue.
Excelente albergue em ponfria, albergue reboleira, todo em madeira com muito bom aspeto. E melhor comida!
Dia fantástico de sol galego. Grandes bosques,muito caminho com sombra.
Bom almoco no relvado com direito a siesta. Private joke: Handicap na roda 29 que chegou mais cedo e dormiu uma sesta.
2 quedas.
Dores no joelho. Sol. Excelentes paisagens da Galiza!
Melide - Santiago
Dormida no albergue privado Apalpador; foi o que encontrámos apesar de no dia seguinte termos descoberto que o municipal era mesmo ao lado. Jantámos no famoso Ezequiel pulperia um excelente polvo apesar de muito picante, uma dose de entrecosto e umas quantas cervejas. Tempo coberto mas nao apanhámos chuva. Muitos peregrinos a pé e de bicicleta. Pelo caminho alguém a dormir numa cama suspensa de rede com um plástico em v invertido por cima.
Galiza é bastante 'enrugada'.
Entrada em Santiago por uma via diferente das que ja tinha feito nas duas vezes anteriores.
Obradoiro!!! Banho na residencial sta Cruz na rua do vilar, almoço e visita catedral.
Excetuando Pedro que voou com bicla para Paris: Despachámos biclas na Galipita. Regresso a casa em comboio elétrico confortável renfe Santiago-Vigo e num comboio velho, lento e com cheiro as vapores de gasóleo da CP entre Vigo e o Porto. Porto a Lisboa na única ligação disponível àquela hora em autocarro rodoviária em que bancos reclinavam mas não ficavam na posição… chegámos 7 rios 2h da manhã.
TOTAL 781km 13.000m D+ (segundo Garmin)
Personagens no Caminho:
Ramon e el Gordo de Castrojeriz
Juan e Pancho. Juan nao usava capacete nas subidas mas até para fazer a barba o devia usar! Vocabulário de Juan: conho, ostia, p*tamadre.
Rodrigo: com a placa na bicla com o seu nome e os seus sprints de língua de fora a acompanhar-nos.
O casal brasileiro Dulci e Juari e seu amigo Luís que nos foram acompanhando ao longo das últimas etapas. Iam mto pela estrada mas a seguir vao fazer a via Claudia augusta da Áustria a Roma e ja tinham feito o passeio real no Brasil.
O frade franciscano em o Cebreiro. Irmão do Luís?... :)
O três amigos de Salamanca.
Locais para visitar mais tarde:
SJPP - vila de montanha francesa com toda a mística da peregrinação.
Roncesvalles - mosteiro. outro dos locais de início da peregrinação
Logrono -> vitoria
Castrojeriz
Astorga
molinaseca
Ponferrada
burgos, leon,
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