quinta-feira, julho 31, 2008

Down under


Go! Go! Goooo!

quinta-feira, julho 24, 2008

Saúde em viagem

Nestas coisas de perceber os cuidados a ter, quando viajamos para um certo destino remoto, sou cliente da informação do Ministério dos Negócios Estrangeiros Britânico e da BBC.

Agora, para descobrir que zonas em Vanuatu necessitam profilaxia da malária fui, através do site BBC Health, para ao excelente site do Scottish Centre for Infection & Environmental Health que me deu a resposta que precisava. Acrescentei o site nos apontadores de viagem.

Nos passos de Magalhães


Aí está mais um livro de viagens de Gonçalo Cadilhe! Este jovem não pára de viajar...

Desta feita Gonçalo leva-nos pelos caminhos que Fernão de Magalhães percorreu há 500 anos, desde as expedições africanas ao serviço da coroa portuguesa, as incursões no oriente na armada de Francisco de Almeida, o desentendimento com D. Manuel e a expedição que o tornou famoso: a circum-navegação do planeta ao serviço da coroa espanhola.
Apesar desta expedição ser uma afronta a D. Manuel e ao Portugal de quinhentos, uma vez que queria reclamar para Espanha as ilhas das especiarias, provando que estas se encontravam no lado espanhol do tratado de tordesilhas, penso que já vai sendo tempo de perdoar o temperamento de Fernão de Magalhães e resgatá-lo de vez de, volta para os maiores momentos e maiores personagens da história portuguesa. De facto, é português o homem que provou que o mundo é redondo, o primeiro a descobrir a passagem e a navegar o oceano pacífico. Um dos pioneiros da globalização a par de Colombo, Pedro Álvares Cabral e Vasco da Gama!
Até porque, convenhamos, D. Manuel também não sai limpo dessa história. Compreendo que nunca financiasse tal expedição, mas esta só surge na sequência do repúdio a Fernão de Magalhães, no que constituiu mais uma decisão menos feliz de D. Manuel... Além do que, Fernão de Magalhães acabou por comprovar que as especiarias estavam do lado português do mapa que resultou de Tordesilhas!

A reabilitação nacional de Fernão de Magalhães seria até um gesto cheio de simbolismo para o momento actual da nossa história: Portugal mostrar que não repudia os seus maiores talentos e que o único trajecto de sucesso que estes têm é emigrar...

Quanto ao livro, ao pretender ser mais romanceado que os anteriores, perde algo da fluidez. Gonçalo Cadilhe é um excelente viajante mas como romancista ainda tem caminho para percorrer. Mas no que me interessa do livro, o objectivo cumpre-se: com as descrições do livro somos levados a viajar como se andássemos nos passos de Magalhães...

Globalização

Que a Internet veio revolucionar o mundo não é novidade, mas entrar na onda dessa revolução e colher os frutos não é assim tão trivial...

Há dias efectuei uma compra no ebay alemão. Um filtro para fotografia que o google me dizia só aí existir... Qual a dificuldade? É que não percebo uma palavra de alemão! Ainda por cima recebi mail com a minha morada errada e foi necessário avisar para corrigir. Difícil? Nem por isso, com o auxílio do tradutor translate.eu até deu para trocar piadas. (Enfim, quase porque a piada alemã não percebi muito bem...).

O que esta experiência tem de interessante é o alerta para a imensidão de possibilidades que existem na net para fazer negócios. Para passar de um mercado de 10 milhões de pessoas para largas centenas! Para colocar ao nosso alcance centenas de novos nichos, etc, etc...

Como se juntam todas estas peças do puzzle para ganhar uma pipa de massa, ainda não sei. Ainda... :)

segunda-feira, junho 02, 2008

In a sunburned country

Este livro foi para mim uma dupla descoberta: de Bill Bryson e da Austrália.
Relativamente ao primeiro foi uma surpresa agradável encontrar uma escrita carregada de humor e das pequenas histórias que enquadram a História e a geografia de um país para construir um guia de viagens. Quanto ao segundo foi a confirmação do que já suspeitava: a Austrália é um país fantástico, a merecer uma viagem de alguns meses para lhe conhecermos o essencial. As formas de vida mais fascinantes - o maior ser vivo do planeta, a grande barreira de coral, o primeiro organismo vivo da Terra, aquele que começou a sintetizar oxigénio e a possibilitar vida maior no planeta, acessível num passeio na praia, - as cidades modernas, o outback isolado, as enormes distâncias a percorrer de carro, combóio ou avião. ah ... é desta que largo tudo e me piro para o outro lado do mundo! :)

terça-feira, maio 06, 2008

Alma de viajante

Aqui está um completo site de viajantes para viajantes. O Alma de viajante disponibiliza muita informação útil para quem pretende viajar: voos, destinos, agências, notícias, etc... etc...

terça-feira, abril 08, 2008

Porto de abrigo


Veleiro a caminho do Cabo Carvoeiro

quinta-feira, março 27, 2008

eccentris

Quando for grande quero ter um site de fotografia assim...

segunda-feira, março 24, 2008

Bali

O que nos dizem os guias turísticos de Bali:

Bali, também conhecida como “A ilha dos deuses”, “Manhã do mundo”, “Terra do mil templos” (na verdade são 20.000(!)) ou “O último paraíso”, é uma uma das mais pequenas das 17.000 ilhas da Indonésia. Tem uma população e 3 milhões de habitantes para uma área de 80x140km.

Em 1343 Bali é colonizada por uma monarquia hindu de Java. Durante o século XVI quando Java é conquistada pelo islamismo, surge como um local de refúgio para os fiéis hindus. Hoje Bali é a única sociedade hindu em todo o Sudeste Asiático.

Mais de um milhão de turistas afluem à ilha todos os anos e mesmo assim o modo de vida dos balineses continua a fascinar e a intrigar. As pessoas são profundamente religiosas, extraordinariamente talentosas e criativas e possuem uma graça natural que desarma o turista mais cínico. A ilha está abençoada com praias esplêndidas e com um clima tropical que a favorece com uma abundância de flores e arbustos floridos, capazes de causar inveja a qualquer jardineiro.

10 passos essenciais:

1. Assistir a um espectáculo de dança balinesa, ouvindo orquestra gamelan composta por mulheres
2. Passar noite em Kuta – compras (a evitar?...)
3. Passar algum tempo em Ubud – capital cultural e artística. Galerias de arte em Ubud e Penestanan.
4. Assista a um festival num templo.
5. Visite um vulcão: Gunung Agung ou Gunung Batur.
6. Assista ao pôr-do-sol sobre um templo: Uluwatu ou Tanah Lot.
7. Deixe-se inspirar pelo pôr-do-sol no horizonte enquanto passeia pela praia – Lovina
8. Idolatre o sol (não esquecer o bronzeador)
9. Arranje tempo para descansar e falar com os balineses
10. Experimente mergulhar

Os locais:

Bali Barat, Tanan Nasional – parque nacional na ponta noroeste da ilha, rico em vida selvagem. Pode-se observar o mainá de bali – pássaro endémico em extinção.
• Campos de arroz – elaborados sistemas de irrigação com túneis na rocha de lava e canas de bambu para levar a água aos terraços.
• Pura Luhur Uluwatu – templo do século XI, reconstruído no século XVI.
Gunung Agung – montanha mais alta de Bali (3142 mts)
Gunung Batur e lago Batur – vulcão que apesar de activo é escalado todos os anos por milhares de pessoas e lago panorâmico, o maior de Bali.
Lago Bratan – passeios calmos e panorâmicos. Torres em forma de pagode.
Tirtagangga – palácio aquático perto de candi dasa.
Sanur – zona de praias
• Galerias de arte e floresta dos macacos em Ubud
Gunung Kawi (15 km a norte de Ubud) – memoriais do século XI esculpidos na face nua da rocha,no fundo de um vale verdejante.~