quinta-feira, agosto 31, 2006
completando a volta ao Pico...
a visibilidade no planalto era esta... não conseguíamos ver as lagoas até molharmos os pés. menos mal que também não víamos os precipícios à beira da estrada!

nesta pedreira dava para ver a densidade da floresta laurissilva

estas piscinas naturais são um espectáculo!!!

os museus baleeiros de S. Roque e das Lajes estavam fechados (era 2ª feira...). o melhor que se arranjou foram estes velhotes típicos sentados ao pé do museu nas Lajes.
As Lajes do Pico têm uma indústria de observação de cetáceos florescente que o mau tempo não ajudou aquando da nossa passagem - os barcos estavam em terra à espera de melhor tempo

nesta pedreira dava para ver a densidade da floresta laurissilva

estas piscinas naturais são um espectáculo!!!

os museus baleeiros de S. Roque e das Lajes estavam fechados (era 2ª feira...). o melhor que se arranjou foram estes velhotes típicos sentados ao pé do museu nas Lajes.
As Lajes do Pico têm uma indústria de observação de cetáceos florescente que o mau tempo não ajudou aquando da nossa passagem - os barcos estavam em terra à espera de melhor tempo
Pico
Depois de São Jorge, a ilha do Pico. O tempo não foi muito generoso mas ainda assim demos a volta à ilha e ficámos a conhecer alguns locais muito interessantes para voltar com mais e melhor tempo.
Do Pico só conhecia a Madalena e a montanha que já 'escalei'. Mas a ilha é muito mais que isto.
Os vinhedos, creio que património classificado pela UNESCO, são impressionantes. Impressionantes porque chega a haver um muro de lava cercando um único pé de videira - o trabalho por aqui era duro mesmo!

A lava tem duas formas: os biscoitos com as suas arestas bem vincadas resultantes de erupções violentas e as pahoehoe (termo hawaiano) de formas moles, resultantes de erupções mais suaves.

Ainda se vêm marcados na lava os trilhos dos carros de bois que carregavam as pipas de vinho

um poço de maré a caminho do Lagido

a cara observando-nos junto da baía do cachorro
Do Pico só conhecia a Madalena e a montanha que já 'escalei'. Mas a ilha é muito mais que isto.
Os vinhedos, creio que património classificado pela UNESCO, são impressionantes. Impressionantes porque chega a haver um muro de lava cercando um único pé de videira - o trabalho por aqui era duro mesmo!

A lava tem duas formas: os biscoitos com as suas arestas bem vincadas resultantes de erupções violentas e as pahoehoe (termo hawaiano) de formas moles, resultantes de erupções mais suaves.

Ainda se vêm marcados na lava os trilhos dos carros de bois que carregavam as pipas de vinho

um poço de maré a caminho do Lagido

a cara observando-nos junto da baía do cachorro
os transportes
sexta-feira, agosto 25, 2006
Adeus São Jorge
curiosidades
A caminhada
O ponto alto em São Jorge foi o dia da caminhada do topo para a Fajã das Cubres via Caldeira de Santo Cristo. Porque o táxi que apanhámos acabou por nos mostrar e explicar grande parte da ilha, mas também e, principalmente, porque a caminhada é belíssima!!
Partimos no alto da montanha com o trilho marcado por Hortênsias, na montanha só nós dois e a vista para o mar ao fundo, duas ou três vacas a pastar e ainda grande parte da floresta laurissilva que os marinheiros encontraram há quinhentos anos quando aqui chegaram. Aqui e ali uma cascata e no fim a vista sobre o recorte da costa e a Fajã de Sto Cristo ao longe (talvez a imagem mais característica da ilha).
Nas Cubres para retemperar forças provámos umas das especialidade gastronómicas da região: as ameijoas de Santo Cristo - creio que as únicas que existem nos Açores são criadas aqui.
é só seguir o caminho das Hortênsias

e descer até ao mar

parte floresta laurissilva tal como há 500 anos a encontraram

e a imagem da ilha: A Fajã de Santo Cristo ao longe, no recorte da encosta

já no regresso da caminhada, a Fajã das Cubres em 1º plano e a de Sto Cristo em 2º
Partimos no alto da montanha com o trilho marcado por Hortênsias, na montanha só nós dois e a vista para o mar ao fundo, duas ou três vacas a pastar e ainda grande parte da floresta laurissilva que os marinheiros encontraram há quinhentos anos quando aqui chegaram. Aqui e ali uma cascata e no fim a vista sobre o recorte da costa e a Fajã de Sto Cristo ao longe (talvez a imagem mais característica da ilha).
Nas Cubres para retemperar forças provámos umas das especialidade gastronómicas da região: as ameijoas de Santo Cristo - creio que as únicas que existem nos Açores são criadas aqui.
é só seguir o caminho das Hortênsias

e descer até ao mar

parte floresta laurissilva tal como há 500 anos a encontraram

e a imagem da ilha: A Fajã de Santo Cristo ao longe, no recorte da encosta

já no regresso da caminhada, a Fajã das Cubres em 1º plano e a de Sto Cristo em 2º
Imagens de São Jorge
a paisagem: o verde e o mar, sempre presentes

moinho típico. influências antigas. da Flandres por certo.
a Fajã do Ouvidor, com bons acessos e piscinas naturais a pedirem um mergulho. apesar de estreita, a ilha de São Jorge é bastante diferente nas suas costas norte e sul: esta tem as povoações junto ao mar enquanto aquela temas povoações no alto e a respectiva fajã em baixo (como é o caso desta do Ouvidor)
a 'praia' junto ao hotel S. Jorge Garden. é impressionante que mal se põem os olhos debaixo de água vemos logo uma imensidão de vida
Igreja da Urzelina. Da erupção de 1808 só sobrou uma das torres. A História dos Açores tem sido escrita entre erupções vulcânicas, sismos e a necessidade de vezes sem conta reconstruir tudo de novo. são estes elementos agrestes que têm moldado o carácter dos ilhéus. é curioso no entanto que em vez de se terem tornado rudes são hoje as pessoas mais genuinemente simpáticas que conheço.

moinho típico. influências antigas. da Flandres por certo.

a Fajã do Ouvidor, com bons acessos e piscinas naturais a pedirem um mergulho. apesar de estreita, a ilha de São Jorge é bastante diferente nas suas costas norte e sul: esta tem as povoações junto ao mar enquanto aquela temas povoações no alto e a respectiva fajã em baixo (como é o caso desta do Ouvidor)

a 'praia' junto ao hotel S. Jorge Garden. é impressionante que mal se põem os olhos debaixo de água vemos logo uma imensidão de vida

Igreja da Urzelina. Da erupção de 1808 só sobrou uma das torres. A História dos Açores tem sido escrita entre erupções vulcânicas, sismos e a necessidade de vezes sem conta reconstruir tudo de novo. são estes elementos agrestes que têm moldado o carácter dos ilhéus. é curioso no entanto que em vez de se terem tornado rudes são hoje as pessoas mais genuinemente simpáticas que conheço.
terça-feira, agosto 22, 2006
Faial - S. Jorge
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