quinta-feira, agosto 31, 2006

os transportes

o contacto do taxista de S. Jorge. o cartão ainda vem com contacto 0936! custos da insularidade...

e o bilhete da Transmaçor, a empresa cujos barcos asseguram as ligações entre as ilhas do grupo central. enfim ... mais ou menos, porque barcos para a Graciosa, só quando o rei faz anos...

sexta-feira, agosto 25, 2006

Adeus São Jorge



É uma ilha muito bonita afazer lembrar as Flores. É definitivamente a ilha da Fajãs. Há-as para todos os gostos. É uma ilha fantástica para fazer umas caminhadas, comer um belo queijo da ilha, descansar, e concerteza mergulhar. Ah, e até para fazer um surf.

Surf em São Jorge


A Fajã de Santo Cristo é alto spot de surf!

curiosidades

Estas por aqui são mais populares que as silvas no 'contenênte'
aula de cultura geral sponsored by Nefertiti: brazão com 4 torres é vila, 3 é aldeia e 5 cidade

A caminhada

O ponto alto em São Jorge foi o dia da caminhada do topo para a Fajã das Cubres via Caldeira de Santo Cristo. Porque o táxi que apanhámos acabou por nos mostrar e explicar grande parte da ilha, mas também e, principalmente, porque a caminhada é belíssima!!
Partimos no alto da montanha com o trilho marcado por Hortênsias, na montanha só nós dois e a vista para o mar ao fundo, duas ou três vacas a pastar e ainda grande parte da floresta laurissilva que os marinheiros encontraram há quinhentos anos quando aqui chegaram. Aqui e ali uma cascata e no fim a vista sobre o recorte da costa e a Fajã de Sto Cristo ao longe (talvez a imagem mais característica da ilha).
Nas Cubres para retemperar forças provámos umas das especialidade gastronómicas da região: as ameijoas de Santo Cristo - creio que as únicas que existem nos Açores são criadas aqui.

é só seguir o caminho das Hortênsias

e descer até ao mar

parte floresta laurissilva tal como há 500 anos a encontraram


e a imagem da ilha: A Fajã de Santo Cristo ao longe, no recorte da encosta


já no regresso da caminhada, a Fajã das Cubres em 1º plano e a de Sto Cristo em 2º

Imagens de São Jorge

a paisagem: o verde e o mar, sempre presentes

moinho típico. influências antigas. da Flandres por certo.
a Fajã do Ouvidor, com bons acessos e piscinas naturais a pedirem um mergulho. apesar de estreita, a ilha de São Jorge é bastante diferente nas suas costas norte e sul: esta tem as povoações junto ao mar enquanto aquela temas povoações no alto e a respectiva fajã em baixo (como é o caso desta do Ouvidor)
a 'praia' junto ao hotel S. Jorge Garden. é impressionante que mal se põem os olhos debaixo de água vemos logo uma imensidão de vida
Igreja da Urzelina. Da erupção de 1808 só sobrou uma das torres. A História dos Açores tem sido escrita entre erupções vulcânicas, sismos e a necessidade de vezes sem conta reconstruir tudo de novo. são estes elementos agrestes que têm moldado o carácter dos ilhéus. é curioso no entanto que em vez de se terem tornado rudes são hoje as pessoas mais genuinemente simpáticas que conheço.

terça-feira, agosto 22, 2006

Faial - S. Jorge

De manhã cedo apanhamos o Expresso das Ilhas, um dos barcos da Transmaçor que faz a ligação entre as ilhas do grupo central.

ainda o Pico dormia...

Velas

a caminho dos Açores

No fds passado fomos até aos Açores. Com 4 dias para gerir, decidimos voltar ao grupo central e revisitar o Faial e conhecer São Jorge e mais um pouco do Pico.

Voámos 6ªf para o Faial a tempo de lá ir jantar, apanhámos o barco na manhã seguinte para Velas, 2 dias depois cruzámos o canal de S. Jorge em direcção ao Pico e outros dois dias depois regresso ao Faial para apanhar o avião para Lisboa. E foi assim mesmo como esta descrição: demasiado rápida, a viagem!!

Acaminho do Faial (metade de) São Jorge vista do ar. A ilha é comprida:8km delargura por 50 ou 60 de comprimento(salvo erro).

e a Horta tb vista do ar. Porto de abrigo no meio dooceano para quem vive a vida na espuma do mar.

segunda-feira, agosto 21, 2006

estes açoreanos não existem

Quando chegámos a Velas, estávamos à espera que o quarto estivesse pronto e resolvemos ir à rua tomar um segundo pequeno almoço porque o primeiro já ía longe. Não nos deixaram! Praticamente obrigaram-nos a tomar o pequeno almoço ali, apesar de não estar incluído. Já na Horta nos tinham preparado o pequeno almoço mais cedo de propósito só para nós.

Em Velas para fazermos a caminhada tivemos que apanhar táxi e pedir para depois nos ir buscar ao ponto de chegada da caminhada. Pelo caminho o taxista fez mil e um desvios para nos mostrar a ilha. Não aceitou o dinheiro à ida pois pagaríamos tudo no fim. Pensei que fosse estratagema para nos sacar depois mais dinheiro mas não discuti. No final disse-nos que eram 50€, que a volta geralmente era 60€ mas ele só cobraria 50. Paguei-lhe 60; não aceitou, disse-me que tinha dito que eram 50, seriam 50.

Dias mais tarde no regresso ao Faial, estávamos nós a correr para o barco na Madalena do Pico, carregados de malas, já este havia largado as amarras e se afastava do pontão. O comandante viu-nos ao longe e acenou-nos. Para que nos despachássemos,após o que reaproximou o barco do pontão para entrarmos.

São também estes pequenos pormenores que nos fazem voltar.

2ª casa

regresar à Horta é quase regressar a casa. talvez pelos bons tempos lá passados, pelo ambiente criado pelos veleiros, pela imagem do Pico em frente, pela simpatia das pessoas. não sei exactamente porquê, mas sei que chegar àquele aeroporto, beber um gin no Peter, jantar no canto da doca, beber um terras de lava e depois um café no clube naval sobre a marina da Horta em frente ao Pico, ... é a melhor terapia contra o stress!