quarta-feira, agosto 17, 2005

Entardeceres de Verão



Não há psicanalista que os bata!

quinta-feira, agosto 11, 2005

Blogs apontados

Actualizei os apontadores para os blogs aqui ao lado.

Retirei o o Barnabé e o Malapata que deixaram de bombar. É pena.

Mas acrescentei um blog que vale uma visita. Lusitanicus do fotógrafo Luís Quinta. Quando for grande quero tirar fotos assim! :)

terça-feira, agosto 09, 2005

SW Alentejano



E as praias meio perdidas do seu litoral, no final da tarde, são um verdadeiro elixir da juventude ... é só relaxar e perder o olhar no horizonte ... ou fechar os olhos e desligar...

Sudoeste



Foi muito boa onda! O festival, porque na praia, nem vê-las!...

Simples e eficaz



Os miúdos pintam as latas na escola e os bares de praia disponibilizam-nas aos banhistas. E parece que funciona! Os fumadores gostam das latas e utilizam-nas.

Estão nas praias do Carvalhal e da Aberta Nova e não era má ideia estender a iniciativa às restantes praias...

sexta-feira, agosto 05, 2005

Água e Fogo



Foto de Paulo Cunha para a Lusa, sacada do Público.

Foto-jornalismo de qualidade. O drama dos incêndios aqui retratado com toda a sua intensidade.

Caos

Hoje, quando conduzia para o trabalho, ainda trazia comigo as imagens da SIC Notícias de ontem com casas a arder e, principalmente, com as pessoas a fugirem em pânico. Lembro-me de uma senhora a correr e a gritar, fugindo das chamas, enquanto empurrava um carrinho de bebé.

E os bombeiros, esses heróis. E os polícias, grandes heróis. E os srs da protecção civil, também heróis. Mas na verdade nós não queremos depender de heróis! Queremos sim profissionais que tenham formação no combate aos fogos e na operacionalização de mecanismos de protecção (civil!) às populações nestas situações. As pessoas que combatem hoje os fogos são extraordinárias na coragem e dedicação, mas são-no na medida directa do atraso do nosso país. Quando formos um país crescido, teremos meios e profissionais que dispensarão heroísmos e conseguirão de forma mais eficaz proteger as pessoas e seus bens.

E o Abrupto descreve-o bem:
Na estrada, o ambiente era caótico, com filas formando-se rapidamente em vários quilómetros, e com autotanques com gasolina nas filas. Carros da polícia passavam sem se perceber para quê. Quando a A1 foi finalmente interrompida e a coluna de veículos desviada para a estrada Figueira da Foz-Pombal ninguém sabia dizer nada sobre as alternativas. A Brisa continuava a receber portagens criando um congestionamento perigoso. Quando se chegava á outra estrada percebia-se logo que o mar de chamas e fumo para Norte impedia qualquer passagem, e, se dúvidas havia de que alguma coisa de muito grave se passava, era ver chegar os carros com mulheres e crianças evacuados das aldeias, desesperadas e em pânico. Uma rapariga procurava o pai, uma mulher com um bebé ao colo chorava convulsivamente porque a sua casa e a “aldeia” (não sei se é verdade, mas era o que dizia) tinha ardido.